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O que é o Estatuto do idoso e qual é sua importância?

Instituído pela Lei 10.741/2003, o chamado Estatuto do Idoso garante os direitos assegurados das pessoas com 60 ou mais anos. Com quase 18 anos de idade (a serem completados em outubro deste ano), o Estatuto do Idoso aborda questões familiares, de saúde, de discriminação e, ainda, de violência contra o idoso. O objetivo é resguardá-lo, oferecendo condições para uma velhice com mais qualidade de vida.

O artigo 2º do Estatuto do Idoso resume bem seu alcance. Diz ele: “O idoso goza de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se-lhe, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, para preservação de sua saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral, intelectual, espiritual e social, em condições de liberdade e dignidade”.

Brasil, envelhecendo cada vez mais rápido

A população idosa brasileira, ou seja, daqueles que têm 60 ou mais anos, é cada vez maior. Entre 2012 e 2017, por exemplo, cresceu nada menos do que 18%, passando da casa dos 30 milhões de brasileiros da terceira idade (número este que significa 14,6% da população brasileira, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE). Quando o Estatuto do Idoso foi promulgado, em outubro de 2003, o país contabilizava 15 milhões de idosos, ou seja, metade do que tinha em 2017.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2025 (daqui a apenas quatro anos) o Brasil terá a sexta maior população idosa dos cinco continentes. Somos um dos países que envelhece com mais rapidez no mundo, e, exatamente por isso, é preciso garantir a proteção e os direitos dos idosos.

Sendo assim, além de dar suporte no ordenamento jurídico brasileiro, o Estatuto do Idoso é uma resposta da própria sociedade para com a sua população da terceira idade, procurando garantir o direito a uma velhice digna e a execução de políticas que favoreçam isso.

Na realidade, sabemos que isso não funciona tão bem assim, mas há muitos avanços cotidianos, como as filas especiais em bancos e mercados, o direito ao assento nas conduções e o pagamento de meia-entrada em cinemas, teatros e atrações culturais, isso sem falar em isenções de impostos, tão importantes em um momento que a capacidade de produzir e ganhar dinheiro são reduzidas.

Principais pontos do Estatuto do idoso

O Estatuto do idoso define que é dever da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público assegurar os direitos do idoso, com “absoluta prioridade”, como estabelece o parágrafo 3º do documento. Ou seja, todos nós somos responsáveis pela aplicação da lei.

Diz o artigo 3º: “É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária”.

Entre outras prioridades, o idoso tem direito a:

  • Atendimento preferencial imediato e individualizado junto a órgãos públicos e privados
  • Preferência na formulação e execução de políticas sociais
  • Destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas relacionadas com a proteção ao idoso
  • Prioridade no recebimento da restituição do imposto de renda.

A Rede Ser e o Estatuto do Idoso

O Estatuto do Idoso dá respaldo para que a pessoa da terceira idade tenha de fato acesso a todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana. Conforme já falamos acima, é obrigação de toda a coletividade assegurar ao idoso os seus direitos expressos em lei, e obviamente que a Rede Ser está inserida neste contexto.

Mas para nós, o Estatuto do idoso é mais do que o conjunto de leis referentes à população da terceira idade. Para nós, o documento é um ponto de partida, um porto seguro, ou seja, é como uma carta de princípios de nosso trabalho.

Não só respeitamos, como reconhecemos o Estatuto do Idoso como a condição do nosso próprio trabalho e nossa atividade junto ao público da terceira idade. Não se trata apenas de lei, temos princípios também!


Solidão, um problema muito sério na terceira idade

Um estudo da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), promovido em 2017, indicou que a solidão é o maior medo dos brasileiros na terceira idade. Já de acordo com projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a partir de 2050 teremos uma população com 60 anos ou mais que será o dobro da população de crianças e adolescentes até 14 anos.

Não precisa de muito esforço para juntar ambas as estatísticas e perceber que temos um problema social muito sério, que merece a atenção de todos, incluindo, aí, do próprio governo, responsável pelas políticas públicas e sociais.

Esse problema é tão sério que mobiliza o mundo inteiro. No Reino Unido, por exemplo, foi criado, em janeiro de 2017, o Ministério da Solidão. Por lá, a Cruz Vermelha Britânica afirma que de uma população de 65,6 milhões, nada menos do que nove milhões vivem sozinhas e são solitárias, praticamente 15% do total. Daí a busca de políticas públicas para atacá-la.

Por que a solidão é um problema?

Quantas vezes a gente não deseja estar sozinho, para descansar ou buscar a paz perdida? A solidão nada tem a ver com esse desejo, porque solidão é, segundo o Dicionário Oxford, “estado de quem se acha ou se sente desacompanhado ou só; isolamento. Caráter dos locais ermos, solitários”. Ou seja, quando solitário, a gente que não tem com quem compartilhar um assunto, uma novidade, um sorriso ou mesmo um pedido de colo.

A solidão é um problema porque eleva o nível de hormônios do estresse e inflamações, aumenta o risco de doenças cardíacas, artrite e diabetes, além de colaborar para um quadro de demência e depressão. Qualquer médico que for consultado concordará que a solidão é um problema sério, que faz um mal danado para todos nós, não tenha dúvidas disso.

Como lidar com a solidão na terceira idade

Na terceira idade, a solidão é ainda mais eloquente. Muitas vezes, a pessoa não dispõe mais do convívio com os colegas de trabalho, sai de casa muito menos e, na maior parte das vezes, até mesmo o contato com os familiares diminui. Como, então, evitar a solidão na terceira idade?

É preciso cultivar alguns hábitos, que ajudarão a evitar a solidão na terceira idade. Manter-se ativo fisicamente é um deles. Sair para caminhar, tomar Sol ou participar de uma atividade física regular como hidroginástica faz um bem danado ao corpo e a alma. E permite fazer novos amigos também.

Ler e ver bons filmes são atividades que ajudam muito, porque entretém e faz companhia. Buscar ampliar os contatos, telefonar para amigos, exercitar sua rede de relacionamentos também é muito importante. Outra dica é participar de atividades extras, como canto coral, jardinagem e yoga, entre tantas outras, é muito positivo.

É muito importante conversar e colocar para fora os anseios, os medos, os sonhos, as dúvidas, enfim, se expressar. Acredite, esse também é um tremendo remédio contra a solidão na terceira idade.

A Rede Ser investe na integração de seus moradores

A Rede Ser oferece uma série de atividades e possibilidades para os seus moradores, com direito a uma programação de eventos muito bem planejada, não só para ocupá-los, mas, principalmente, em busca de qualidade de vida. A ideia é integrar os moradores, formando uma comunidade unida.

A possibilidade de fazer novos amigos é sempre maior quando se participa de uma vida social mais intensa. Assim, nosso residencial aposta muito na socialização como um caminho para uma melhor qualidade de vida.


Os cuidados com a saúde do idoso durante a época de frio

O friozinho já chegou, e por conta disso é preciso adotar alguns cuidados com a saúde nesta época do ano. Afinal, a queda brusca da temperatura traz a possibilidade de uma série de doenças típicas do inverno. Na terceira idade, os cuidados com o frio devem ser ainda maiores.

Além das tradicionais doenças respiratórias, o frio pode provocar mais dores em quem tem problemas nas articulações e na circulação do sangue – o que é típico na terceira idade. Dependendo da intensidade do frio, em longo prazo pode provocar até mesmo um ataque cardíaco ou uma lesão hepática.

Os cuidados com a saúde do idoso durante a época de frio devem ser ainda maiores. Não basta se agasalhar bem, é preciso cuidar da alimentação, se hidratar corretamente e vencer o desafio de se manter ativo por meio de atividades físicas apropriadas.

A hidratação no frio é um problema?

Com certeza, sim. E é muito fácil entender o porquê: durante o frio, sentimos menos sede e acabamos nos esquecendo de beber água e, assim, não nos hidratamos corretamente. Nunca é demais lembrar que não é porque as temperaturas não estão altas que temos menos necessidade de ingestão de água, ok?

Pele e boca secas, irritabilidade e pouca urina (que pode se apresentar mais escurecida) são os principais sintomas de que nosso corpo está desidratado. Um estágio avançado de desidratação pode provocar queda de pressão arterial, aceleração do coração, aumento da temperatura do nosso corpo e alteração do nível de consciência.

Uma boa dica é caprichar na ingestão de chás. Eles são deliciosos, têm diversos sabores, esquentam o nosso corpo e alma e ajudam a nos hidratar. Quem não gosta de um delicioso chá, acompanhando de biscoitos amanteigados, por exemplo?

10 dicas para o idoso lidar com o frio

A atenção com a saúde do idoso deve ser redobrada durante o inverno, defenda a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). De acordo com a Sociedade, há um maior risco de problemas de saúde e lesões no frio, entre os quais a hipotermia (queda da temperatura do corpo), a ausência de movimentação, infecções (como gripes e pneumonia) e o aumento das dores crônicas provocadas, principalmente, pela artrite e artrose.

Por conta disso, a SBGG listou 10 dicas para o idoso lidar com o frio. São elas:

1- É preciso se agasalhar bem, com roupas quentes, incluindo, quando necessários, gorros, luvas e cachecóis. Quando o idoso precisa sair de casa, a atenção com as roupas deve ser redobrada.

2- Tome bebidas quentes, como chás e chocolates, além de sopas e caldos.

3- Os banhos nesta época do ano devem ser menos demorados, com temperaturas amenas.

4- Utilize hidratantes por todo o corpo para combater a sensação de pele seca.

5- Ao dormir, utilize cobertores que retenham calor. Vale lembrar que durante o sono, nossa temperatura corporal diminui.

6- Esteja em dia com o calendário de vacinação contra a gripe.

7- Ao menor sintoma de confusão mental, calafrios e/ou dificuldades respiratórias, um médico deve ser consultado.

8- Prefira atividades em locais fechados, porém amplos, como shopping centers.

9- Exercícios de alongamento são fundamentais o ano inteiro, ainda mais neste época de frio. Pratique-os diariamente.

10- A falta de exposição ao sol pode requerer uma reposição de vitamina D, o que deve ser feito sob orientação médica. Capriche no cardápio de alimentos que oferecem essa reposição, como atum, sardinha, salmão, gema de ovo, bife de fígado e cogumelos.

A Rede Ser se mantém muito atenta a saúde de seus moradores

A Rede Ser redobra sua atenção com a saúde de seus moradores durante o frio. Trata-se, inclusive, de uma recomendação de sua equipe médica. Orientamos os moradores a se agasalharem adequadamente, oferecemos água para hidratá-los correta e satisfatoriamente, caprichamos nos caldos e nas sopas, sempre oferecendo diferentes opções de sabor, realizamos atividades indoor e nossa equipe de enfermagem monitora a possibilidade da chegada de uma doença respiratória, muito comum neste período.

Vale pontuar que vacinamos nossos moradores contra a gripe, em uma campanha que contou com a parceria do posto municipal de saúde mais perto de nossa sede. Na Rede Ser, o inverno é para ser curtido, afinal são poucas as oportunidades que temos, no Rio de Janeiro, de aproveitar as boas coisas do friozinho.



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