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Os cuidados com a pele na terceira idade

O envelhecimento da pele é um processo absolutamente natural e, talvez, seja ele o mais óbvio sinal de que estamos envelhecendo. Mas esse processo pode se agravar com estímulos externos nada positivos, como muita exposição ao sol, excesso de consumo de álcool, má alimentação e uso do cigarro, por exemplo, além do estresse em excesso.

Na terceira idade, a pele envelhece naturalmente, mas isso não significa, em hipótese alguma, que não devemos ter cuidados com ela. Muito pelo contrário! O envelhecimento da pele traz perda da hidratação, da elasticidade e oleosidade para a pele do idoso, tornando-a muito mais frágil e vulnerável a infecções e machucados. Portanto, todo cuidado é pouco.

Cuidados com a pele na terceira idade

Alguns pequenos cuidados (que podem ser muito prazerosos) ajudam na preservação da pele do idoso. São hábitos que devemos cultivar desde jovens, pois ajudarão a ter uma pele muito mais saudável na terceira idade.

  • Evitar banhos quentes por muito tempo, que ressecam a pele.
  • Passe sabão na pela com cuidado e gentileza, sem excessos.
  • O sabonete deve ser neutro e sem álcool.
  • Utilizar hidratante na terceira idade é essencial. Opte por um que tenha propriedades emolientes, umectantes e oclusivas.
  • Beba bastante água, o dia inteiro.
  • Utilize protetor labial.
  • Também utilize protetor facial.
  • Vai sair ao sol? Utilize boné ou chapéu e óculos, e sempre prefira a sombra.
  • Cuide da alimentação. Opte por alimentos antioxidantes, que combatem a ação dos radicais livres (moléculas que provocam o envelhecimento celular). Abuse da cenoura, do tomate, da uva, da laranja e de outras frutas, legumes e verduras.

A Rede Ser também se preocupa com a saúde da pele de seus moradores

Estamos sempre atentos com a saúde de nossos moradores, e a saúde da pele deles é uma de nossas preocupações. Oferecemos uma alimentação saudável, estimulamos a hidratação, oferecendo água, sucos, refrescos e água de côco, e nossa equipe de enfermagem está sempre atenta para evitar excessos, principalmente de banho de sol e uso excessivo de roupas no calor.

Os cuidados com a hipertensão na terceira idade

A hipertensão é um problema muito sério. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), cerca de 30% dos brasileiros são hipertensos, e estes índices são ainda maiores quando falamos no público da terceira idade. Afinal, a pressão arterial de fato aumenta, com o avanço da idade, por isso sua maior prevalência ocorre entre aqueles que têm mais de 60 anos. A hipertensão na terceira idade é coisa séria!

Em geral, a pressão alta não provoca sintomas, exceto em situações de elevação súbita, é claro. Por isso é preciso sempre estar atento. São considerados hipertensos aqueles que apresentam pressão com valores iguais ou superiores a 140/90 mmHg ou 135/85 mmHg na medida residencial da PA (pressão arterial).

A hipertensão em idosos

Com o passar dos anos, algumas substâncias do corpo humano, como, por exemplo, resíduos de cálcio, vão se depositando nos vasos sanguíneos, o que os deixa mais endurecidos e estreitos. A elasticidade arterial diminui e a pressão arterial aumenta. Isso é um processo natural do ser humano.

Algumas alterações nos rins também provocam o aumento da pressão arterial na terceira idade, quando há uma redução de quantidade de sangue recebida ou aumento na pressão nas artérias renais. Condições pré-diabéticas, obesidade e estresse também podem provocar o aumento da nossa pressão arterial.

A hipertensão acontece por conta do aumento da pressão do sangue no interior das artérias. Uma pressão mais alta exige mais do nosso coração e altera a parede das artérjas contribuindo para a formação de depósito de gorduras.

Cuidados na terceira idade para evitar a pressão alta

  • Quem é hipertenso não deve deixar de tomar a medicação recomendada pelo médico.
  • Pratique exercícios físicos regularmente.
  • Mantenha uma alimentação saudável.
  • Evite o tabagismo a qualquer custo.
  • O uso do álcool deve ser moderado.
  • Visite regularmente o seu médico.
  • Monitore a pressão arterial semanalmente.

A Rede Ser está atenta a hipertensão na terceira idade

A Rede Ser está muito atenta a esta questão da hipertensão na terceira idade pois sabe de sua extrema importância. Oferecemos atividades físicas para nossos moradores, bem como uma alimentação saudável e deliciosa, e nossa equipe de enfermagem está sempre atuante e alerta. Cuidamos com amor, sem excessos, mas com toda a responsabilidade.

Perda de audição - é preciso lidar de forma natural e colaborativa

Acolhimento e carinho na Rede Ser

A perda auditiva em idosos (presbiacusia) faz parte do processo de envelhecimento natural. A principal característica é a perda progressiva e simétrica da audição de alta frequência ao longo dos anos, que também pode ser acompanhada de zumbido, vertigem e desequilíbrio.

A hereditariedade e a exposição a ruídos muito intensos são os principais fatores que levam à surdez, mas várias circunstâncias podem acelerar esse processo como diabetes, pressão alta, tabagismo e uso excessivo de álcool. A perda auditiva costuma ser gradual e pode passar despercebida pela própria pessoa.

Dados da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia apontam que as pessoas demoram cerca de sete anos para procurar um especialista após perceberem algum dano à audição. Esse descuido pode levar à surdez definitiva. Cabe ao familiar ou cuidador estar atento aos pequenos sinais para detectar a presbiacusia.

O idoso com perda auditiva costuma apresentar mudança comportamental como impaciência, falta de colaboração, distração e mau humor. É importante considerar que a perda da audição provoca uma confusão no entendimento, desorganização da fala e dificuldade para completar as atividades diárias, podendo levar à depressão e ao isolamento.

Carinho, paciência e ajuda especializada

É fundamental lidar com a questão de forma natural e colaborativa. Seguem algumas dicas da Redes Ser para os familiares e cuidadores de idosos com perda auditiva:

  1. Procure um especialista assim que houver suspeita da perda auditiva.
  2. Faça uma lista dos sintomas e possíveis atividades de risco, como trabalho realizado em lugares com ruídos.
  3. Tenha paciência e repita as frases quantas vezes for necessário, inclusive na fase de adaptação com aparelho auditivo.
  4. Seja cuidadoso ao falar, pausadamente e sem gritar, olhando diretamente para a pessoa. Gestos também ajudam à compreensão.
  5. Compreenda que o idoso precisa de espaço e nem sempre estará disposto ao convívio social, mas o incentive a buscar atividades variadas que tragam prazer e evitam o isolamento.

Em geral, o diagnóstico da perda auditiva é realizado por um otorrinolaringologista após alguns exames. Não existe um tratamento que previna ou que cure a perda de audição nos idosos. Porém, existem opções para se atenuar e compensar a perda auditiva, como: aparelhos auditivos e o implante Coclear.

4 vacinas que o idoso precisa conhecer e tomar (além da vacina contra a covid-19)

Todos estamos muito atentos à vacinação contra a covid-19. Mas isso não significa que a gente deva dar menos atenção às demais vacinas, tão necessárias para a nossa saúde.

No caso da terceira idade, essa atenção deve ser ainda maior por conta da fragilidade natural da saúde de um idoso. A Sociedade Brasileira de Imunização recomenda que os idosos tomem regularmente 5 imunizantes específicos: gripe/influenza, Herpes-zóster, hepatite B, pneumonia pneumocócica e, finalmente, difteria e tétano.

Mais 4 vacinas que o idoso deve tomar

Mas tem outras 4 vacinas que os médicos recomendam que o idoso tome rotineiramente. São elas:

Hepatite A; Meningocócica conjugada; Febre amarela; e Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola).

O calendário destas vacinas é o seguinte:

  • Vacina da Gripe – 1 vez ao ano após o 55 anos (preferencialmente antes do início do outono);
  • Vacina Pneumocócica – Esquema de três doses, com um intervalo de seis a doze meses entre a primeira e a segunda dose e cinco anos entre a primeira e terceira dose.
  • Vacina de Herpes-zóster – Uma única dose em pessoas acima de 60 anos;
  • Vacina de Difteria e tétano – Deve ser tomada a cada 10 anos. Para idosos que nunca foram vacinados, deve ser adotado um esquema de três doses com um intervalo de dois meses entre elas, fazendo o reforço único a cada 10 anos.
  • Vacinas de Hepatite B – Deve ser administrada uma única vez. Em casos de idosos que não foram vacinados ou não têm esse registro, deve ser feito um esquema de três doses com 1 e 6 meses de diferença em cada aplicação.
  • A vacina para Hepatite A não tem na rede pública porque a maior parte da terceira idade já teve a doença. Mas quem não teve deve se vacinar na rede privada. São necessárias duas doses, com intervalo de seis meses entre elas.

Vacinas causam reação no idoso?

Tem gente por aí que diz que vacina é perigoso, que faz mal, que traz reações e efeitos colaterais desagradáveis. Fake news da pior qualidade, viu? Um crime falar isso. As vacinas são ainda mais seguras que os medicamentos e é o método de prevenção de doenças infectocontagiosas mais seguro e eficaz que há. Algumas reações são comuns, como febre passageira, dores no local ou indisposição, mas isso depende da vacina e do vacinado.

Rede Ser promove vacinação

A Rede Ser está muito atenta a vacinação, tanto que trouxe técnicos da rede pública municipal para vacinar seus moradores contra a gripe, além da covid-19, é claro. Queremos deixar claro que o idoso deve consultar seu médico para definir sua relação de vacinas, disso ele não deve abrir mão jamais.

A osteoporose pode ser prevenida. E tem tratamento

Segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, mais de dez milhões de brasileiros são acometidos pela osteoporose. Doença caracterizada principalmente pela diminuição de massa óssea, com o desenvolvimento de ossos ocos, finos e de extrema sensibilidade, a osteoporose é um grande problema, inclusive por conta das fraturas de ossos provocadas por simples quedas.

A boa notícia é que é possível se prevenir da osteoporose com uma boa alimentação, adotando uma dieta rica em cálcio, banhos de sol diários e exercício físico. É claro que isso precisa ser feito desde cedo, mas para quem é acometido pela doença, é importante saber que há tratamento, inclusive medicamentoso, que pode devolver a qualidade de vida perdida e evitar a temida fratura.

Osteoporose, uma doença silenciosa

Os médicos explicam que o problema maior é que a osteoporose é o que chamam de uma doença silenciosa. Isso significa que dificilmente os sintomas aparecem, a não ser diante de uma queda, que pode provocar uma fratura óssea. Mas exames preventivos podem diagnosticar a doença e prevenir fraturas. Existe um exame específico, chamado densitometria óssea, que indica a doença antes mesmo dela provocar seus temidos efeitos nos ossos.

As mulheres são as mais acometidas. Os nossos ossos recebem uma forte influência do estrogênio, que ajuda a manter o equilíbrio entre a perda e o ganho de massa óssea. Esse hormônio é mais relacionado às mulheres, apesar de estar presente nos homens. Na menopausa, os níveis de estrogênio caem muito, e isso explica a maior incidência nas mulheres. Para cada homem com osteoporose, quatro mulheres são acometidas

Fratura de fêmur, o maior perigo

Ossos fracos acabam por sofrer fraturas em pequenos tombos, este é o principal problema da osteoporose. Os locais mais atingidos são a espinha, a bacia, o punho e o braço, sendo a fratura do fêmur a mais perigosa.

O importante é que a doença tem tratamento, que pode alcançar excelentes resultados. Um especialista – reumatologista ou ortopedista – deve ser procurado. A osteoporose é naturalmente relacionada à terceira idade, por conta do nosso próprio envelhecimento, mas mulheres na menopausa e homens com mais de 50 anos devem se consultar e fazer o exame, para evitar problemas futuros.

Rede Ser, atenta a esta questão

Na Rede Ser os banhos de sol são estimulados diariamente, bem como leves caminhadas. E a alimentação é produzida com supervisão de uma nutricionista, que está muito atenta a estas questões, buscando saúde por meio dos alimentos.

Incontinência urinária é comum na terceira idade e pode ser tratada

A incontinência urinária é um problema que pode acontecer em qualquer fase da vida, mas na terceira idade, afeta de 30% a 60% das pessoas com mais de 60 anos. A perda involuntária de urina costuma interferir nas atividades cotidianas e na qualidade de vida do idoso, porém, muitas vezes, é um problema sofrido em silêncio, pela vergonha de expor o assunto ou pela crença equivocada de que é um processo normal do envelhecimento.

Mesmo sendo considerado algo comum, não deve ser encarado como inevitável. Normalmente consiste num sintoma, com causas específicas, que devem ser diagnosticadas e tratadas. O tratamento vai depender do tipo, gravidade e causas. A incontinência urinária em idosos requer investigação da ginecologia, urologia ou geriatra para um diagnóstico e tratamento eficazes.

Podem ser recomendados medicamentos antibióticos para eliminar bactérias do trato urinário e fisioterapia pélvica. Cada caso é único e não existe uma fórmula ideal.

Tipos de incontinência urinária

  • De esforço: ocorre quando não há força muscular pélvica para reter a urina. Ações como: espirros, tosse, rir, levantamento de peso ou qualquer outra atividade que pressiona a bexiga desencadeiam a perda de xixi.
  • De urgência: neste tipo a vontade de urinar aparece subitamente e é muito forte ao ponto de não dar tempo de chegar ao banheiro. Em muitos casos, o fluxo de urina é desproporcional ao grau de vontade apresentado.
  • Por transbordamento: é quando a bexiga está cheia o tempo inteiro e começa a vazar. Também acontece quando ela não esvazia por completo, causando gotejamento.
  • Funcional: quando há a necessidade não atendida para urinar – por decisão própria ou impossibilidade física.
  • Mista: quando as perdas são o resultado da combinação de duas ou mais causas.

Cuidados a serem tomados com a incontinência:

Pessoas com incontinência urinária devem ter atenção especial e cuidados redobrados durante o tratamento. É preciso levar em consideração fatores como o uso de diuréticos, ingestão hídrica, a dieta, a ocorrência de demência e delírio.

É necessário cuidado com a higiene local, para prevenção de infecções, a prática de  exercícios e a redução de peso, de acordo com as possibilidades do idoso.

A Rede Ser acredita que é possível achar meios de lidar e amenizar o problema, com assistência e compreensão, de modo a melhorar a qualidade de vida do idoso, o convívio social, evitando assim sentimentos como a vergonha e o isolamento.







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