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Os benefícios da música para a terceira idade

Diz o dito popular que quem canta os seus males espanta. Mais do que sabedoria popular, essa é uma verdade comprovada pela ciência, e de fato a música proporciona inúmeros benefícios para a nossa saúde. Ela acolhe, acalma, acomoda, emociona e, ainda, é um tremendo exercício para o nosso cérebro.

Na terceira idade, a música ainda tem um papel muito importante, além da socialização: ajuda na memória. É por meio da música que podemos nos emocionar e buscar boas lembranças. Há estudos científicos que comprovam, ainda, que a música traz melhoria na atividade muscular, na respiração, na pressão sanguínea, no humor e até mesmo no metabolismo.

Os benefícios se estendem, afinal quem ouve música também canta (ou ao menos cantarola) e, muitas vezes, dança ou, no mínimo, acompanha o som com o balanço corporal. E nem é preciso saber tocar um instrumento, as palmas são o melhor acompanhamento para a música.

A música e a psicologia na terceira idade

Os benefícios psicológicos da música na terceira idade são muitos e importantíssimos.  Pesquisas indicam que a música ajuda a liberar endorfina, a substância responsável pela sensação de felicidade, alegria, bem-estar e prazer. Portanto, ouvir música traz, no mínimo, um tremendo bem-estar para todos nós.

A música também traz uma sensação de acompanhamento, não nos sentimos tão sós quando ouvimos canções. Na terceira idade, essa sensação é muito importante porque muitas vezes idosos passam longos períodos sozinhos.

A verdade é que  a música ajuda a reduzir sintomas de doenças psicológicas, principalmente a depressão e a ansiedade. A música relaxa e combate a solidão na terceira idade.

A música e o convívio social

A música também ajuda na socialização na terceira idade (e isso acontece em todas as idades, não é verdade?). Ela permite trocas, conversas, comentários e une as pessoas por conta de gostos pessoais e gostos compartilhados.

Principais benefícios da música na terceira idade

  • melhora do humor
  • combate doenças psicológicas, como ansiedade e depressã0
  • acalma
  • ajuda a evitar doenças neurológicas
  • socializa
  • reduz o estresse e a agitação
  • exercita o cérebro

A música na Rede Ser

A Rede Ser dá total importância à música, estimulando sua prática entre nossos moradores. Por exemplo, acabamos de comprar uma caixa de som, instalada no salão de fisioterapia, para que a atividade possa ser feita com música ambiente. Acreditamos que a música é estimuladora!

Além disso, criamos e já estamos oferecendo uma nova atividade aos moradores, intitulada “Interação e Dança Solta”. Trata-se de uma aula de musicalização, que acontece duas vezes na semana, quando os moradores cantam e dançam, trabalhando o bem-estar, as habilidades motoras, a alegria de viver e investindo na qualidade de vida.

Regularmente, convidamos artistas para apresentações ao vivo, e utilizamos a música em eventos especiais, principalmente nos eventos gastronômicos, que são acompanhados de trilha sonora e decoração especiais. Para nós, música é vida!


Andador ou bengala, o que é melhor na terceira idade?

Antes de tudo, é muito importante deixar claro que muitas vezes não se trata do que é melhor, mas sim do que é mais necessário. Quando temos o poder da escolha, os gostos e hábitos pessoais passam a contar mais, mas quando há uma necessidade, devemos optar pelo que é indicado. Mas, ainda assim, andador ou bengala, o que é melhor na terceira idade?

A verdade é que essa é uma pergunta muito pertinente e merece uma resposta porque quando uma pessoa lança mão de um instrumento de apoio, como um andador ou uma bengala, isso significa que precisa daquilo para se locomover, por conta de alguma deficiência ou um problema momentâneo. Portanto, não se trata propriamente de uma escolha pessoal, mas sim de uma indicação.

O idoso deve seguir a recomendação médica

É verdade que algumas pessoas se sentem mais à vontade com uma bengala, que chama menos atenção do que um andador, é mais leve e mais prática também. Mas tem aqueles que preferem o andador, por se sentirem mais seguros apoiando-se nele.

Mas o idoso deve seguir a recomendação médica. É o seu médico quem definirá se você deve utilizar o andador ou a bengala. O uso de um ou de outro equipamento é escolhido por conta da necessidade, e só o médico poderá fazer corretamente essa avaliação. É um erro decidir isso sozinho, por conta de preferências pessoais ou indicação de leigos.

Dicas para uso de bengala ou andador

  • Não importa se estiver usando a bengala ou o andador, mas o fato é que sapatos com solas escorregadias precisam ser evitados. Andar apenas de meia, então, jamais!
  • Há um período de adaptação à bengala ou ao andador. Em pouco tempo, o idoso se acostumará com o que precisar utilizar para se locomover.
  • Mesmo seguindo as recomendações médicas, é preciso escolher o tipo de andador ou de bengala. São vários os modelos. É importante conversar sobre isso com o médico também.
  • Evite tapetes e tenha todo cuidado com fios soltos (mas isso vale para todos, é claro)

A Rede Ser cuida de seus moradores

Quando um idoso vem morar na Rede Ser, passa por uma avaliação com nosso médico e nossa enfermeira, quando é feita uma avaliação mais profunda das suas condições de saúde. Contamos com moradores que utilizam andador, bengala e cadeira de rodas, e nossa equipe é orientada a oferecer todo apoio necessário e uma atenção redobrada. Vale lembrar que nossas instalações são totalmente preparadas para a terceira idade.


Doença de Alzheimer: não tem cura, mas tem tratamento

Causada pela morte de células cerebrais, a Doença de Alzheimer, também conhecida como o Mal de Alzheimer, acomete, na maior parte das vezes, idosos com idade superior a 65 anos. É verdade que não há cura para essa doença, mas há tratamento, e é fundamental que seja realizado corretamente.  De acordo com a Associação Brasileira de Alzheimer, há no mundo 35,6 milhões de pessoas acometidas pela doença, dos quais 1,2 milhão de brasileiros.



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